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AMAZÔNIA

Amazônia registra menor desmatamento em 13 anos

O desmatamento na Amazônia chegou ao menor patamar desde 2013, segundo levantamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Entre agosto de 2025 e julho de 2026, a floresta perdeu 2.702 km², uma redução de 23% em relação ao período anterior. O resultado reforça a importância da conservação, mas também evidencia a necessidade de iniciativas que recuperem áreas degradadas e promovam o desenvolvimento sustentável.

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Queda na derrubada da floresta reforça a importância de projetos que protejam territórios, recuperem áreas degradadas e valorizem populações tradicionais. As Terras Indígenas registraram apenas 1,7% do desmatamento na Amazônia, embora ocupem 23% da região. Quase 60% desses territórios tiveram desmatamento zero no período. Os dados mostram a relevância da proteção territorial e do envolvimento das populações tradicionais na preservação da floresta.

Nesse contexto, projetos de restauração florestal contribuem para fortalecer a proteção dos ecossistemas e criar condições para que comunidades locais desenvolvam atividades econômicas sustentáveis.

A execução de iniciativas de restauração e conservação na Amazônia exige know-how, conhecimento de campo e especialistas capazes de compreender as particularidades de cada território. É um trabalho que envolve elaborar, implementar e monitorar projetos socioambientais que respeitem as dinâmicas locais, valorizem a organização das comunidades e contribuam para o fortalecimento de suas atividades vinculadas à cadeia produtiva do restauro.

A recuperação de áreas degradadas depende de planejamento, acompanhamento técnico e disponibilidade de espécies adequadas a cada região. Nesse processo, os viveiros florestais têm papel estratégico ao viabilizar a produção de mudas nativas em larga escala, contribuindo para ampliar a capacidade de restauração e regeneração da floresta.

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A implantação e operação dessas estruturas, assim como a condução de projetos de recuperação ambiental, requerem conhecimento técnico e experiência prática para que as iniciativas sejam adequadas às condições ambientais e sociais de cada localidade. A atuação da Verthic nessas frentes inclui a implantação e operação de viveiros florestais certificados e o desenvolvimento de projetos de restauração e regeneração florestal.

Conservar a Amazônia exige um esforço contínuo, com atuação em várias vertentes que contribuem para reduzir o desmatamento, mas também vão mais além. Com as ferramentas e as decisões certas, é possível recuperar o que foi perdido, respeitar os territórios e fortalecer as condições para que as comunidades e a floresta possam prosperar no longo prazo.

Envolverde

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